Quis nunca te perder, pois demora-se o instante em que mãos de tocadores de berimbau e o percurso da roda fica entre mim e você...saudamos a arte do jogo da vida! Sentimentalismo?-Não meu camará...muitas vezes é preciso voltar ao curso do rio que conduz todas as nossas experiências, é o instante que equilibra e desiquilibra feito gangorra nos dando impulsos de alegria e frio na barriga para depois da satisfação e prazer, descer e contemplar o que acontecia. Esta volta , faz seres com um grau maior de observação, interpretação e transformação do mundo,e a roda, os tocadores, cantadores e todo o contexto nunca é o mesmo quando retornamos . Apoiado na reordenação de coisas e pessoas o trajeto que fazemos é íngreme, escorregadio e com uma vazão muito forte. E ainda que eu me perca, chegarei até meu objetivo, seja pela força da correnteza, seja pelos braços d´água que desviam o caminho ou, por um filete d´água, mas por favor tenha paciência, ao passo que não se vive só uma vez. Assim estou contigo para o que der e vier...pense bem capoeirista, capoeirão, capoeirando: quis nunca te perder- qual o quê? neste instante mágico... para um bom leitor
...escrever é sempre um ato de existência.Quando se escreve conta-se o que é...A história é mais real do que qualquer explicação.A realidade do que sou está mais no que escrevo do que nas racionalizações que possa fazer. (Ruth Rocha)
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Qual o quê?
Quis nunca te perder, pois demora-se o instante em que mãos de tocadores de berimbau e o percurso da roda fica entre mim e você...saudamos a arte do jogo da vida! Sentimentalismo?-Não meu camará...muitas vezes é preciso voltar ao curso do rio que conduz todas as nossas experiências, é o instante que equilibra e desiquilibra feito gangorra nos dando impulsos de alegria e frio na barriga para depois da satisfação e prazer, descer e contemplar o que acontecia. Esta volta , faz seres com um grau maior de observação, interpretação e transformação do mundo,e a roda, os tocadores, cantadores e todo o contexto nunca é o mesmo quando retornamos . Apoiado na reordenação de coisas e pessoas o trajeto que fazemos é íngreme, escorregadio e com uma vazão muito forte. E ainda que eu me perca, chegarei até meu objetivo, seja pela força da correnteza, seja pelos braços d´água que desviam o caminho ou, por um filete d´água, mas por favor tenha paciência, ao passo que não se vive só uma vez. Assim estou contigo para o que der e vier...pense bem capoeirista, capoeirão, capoeirando: quis nunca te perder- qual o quê? neste instante mágico...
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