...que fazem os Sebastiões que não convidam a gente para beber e comer com eles, no dia deles? Proponho o costume. Conversaríamos sobre o redondo nome Sebastião na história, nas letras, na vida de cada um. Nome de santo e de reis, nome de peixe (Mustelus canis) e de pássaro (Lipaugus vociferans, que horror), papo fácil de puxar, basta abrir o dicionário, letra S. Nossa língua é uma graça...( )
Depois de sebastianizar ou sebastiofilosofar bastante, teremos apurado o senso de convivência em torno de nomes bons, antigos e inspiradores de gratas histórias. Será uma etapa vencida para a reconquista (ou conquista, quem sabe) da vida-como-paz em lugar da vida-como-guerra.
Por enquanto, são devaneios meus. Acordo para saudar os Sebastiões...( )
Carlos Drummond de Andrade (O poder ultrajovem)
Esta foto não poderia ser noutro lugar que não fosse o Rio de Janeiro..."reza São Sebastião que é seu santo padroeiro".
ResponderExcluirMe ponho a ouvir (e ler) suas inspiradoras histórias sebastianizadas!
Este Sebastião aí da foto não é santo, não é rei, é lutador!! Logo, ele escreve sua história como vida-de-luta antagônica a vida-de-guerra, traduzindo-se em VIDA-DE-GARRA!!