A fotografia como objeto da memória se afirma cada vez mais como um modo de expressão, de informação e comunicação. Nós a utilizamos para guardar a lembrança emocionada de acontecimentos íntimos e para ilustrar nossa própria história. No espírito de muita gente, a fotografia está associada à ideia de documento. Ela serve para testemunhar uma realidade, e em seguida, para lembrar a existência desta mesma realidade. O tempo tem aqui um papel fundamental, em particular, do ponto de vista histórico e emocional, quando a fotografia é testemunha de mudanças, de transformações físicas e materiais, de desaparecimento de coisas ou de morte de ente queridos. A fotografia constata e revela, sem artifício. O personagem foi captado, num momento de sua vida, pelo fotógrafo, em sua atividade. Ao "congelar" um instante da vida, o fotógrafo, por sua vez, coloca em evidência o antes e o depois da vida de uma pessoa.
A fotografia também nos incentiva adivinhar aquilo que está fora do cenário fotografado. E, uma das qualidades da imagem fotográfica está no poder de evocação: ela suscita naquele que observa o desejo de conhecer mais, de imaginar, de reconstituir interiormente, a partir da visão de um destes momentos (instantes), o conjunto de uma vida.
A fotografia também nos incentiva adivinhar aquilo que está fora do cenário fotografado. E, uma das qualidades da imagem fotográfica está no poder de evocação: ela suscita naquele que observa o desejo de conhecer mais, de imaginar, de reconstituir interiormente, a partir da visão de um destes momentos (instantes), o conjunto de uma vida.
Para saber mais: Cultura Popular e Educação: salto para o futuro (org. René Marc da Costa Silva)

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