A natureza da filosofia nos condiciona inspecionar os pilares de nossa casa. É uma metáfora que nos ensina como construir e realizar nossa morada. Protegermos do dano e da ameaça daquilo que não faz sentido é um resguardo doméstico; uma inspeção que nunca termina. Ciente de nossos limites caminhamos sem medo sob um chão provisório, em um incensante recomeço.Nos inventamos e reinventamos para que possamos arquitetar um novo modo de habitação em meio a vida confusa e caótica. Nossa morada é um mundo aberto ritmado pelo desassossego onde surgem novas perguntas.A sabedoria (que se faz com o tempo) vai nos dando tábuas para novas invenções e material para novas arquiteturas. O mar revolto está passando, se sobrevivemos é porque foi nos dado a chance de encontrar novos domicílios, ainda que provisórios e limitados. É o fim para novos começos.É um saber existencial!É puro ritmo...



Transformação, limite, abertura, movimento... adorei.
ResponderExcluirAbraços