para um bom leitor

...escrever é sempre um ato de existência.Quando se escreve conta-se o que é...A história é mais real do que qualquer explicação.A realidade do que sou está mais no que escrevo do que nas racionalizações que possa fazer. (Ruth Rocha)

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Para os dias que se findam...




Cada fim de tarde pode ser um encontro com nós mesmos sem medo da introspecção.Pode ser sintoma de velhice que bate a porta com seus  lapsos de nostalgia e/ou a percepção de que quanto mais aprendemos sobre a vida mais incompletos e frágeis somos. As distâncias esclarecem muita coisa, afastam lapsos de memórias e dão guarida a novos empreendimentos, pois o que poderia ser já não é mais(abre-se espaço para a renovação ), mas enriquece de significados na experiência do aqui e agora.

Normal,...embora acostumemos dizer que a geração anterior era sempre melhor admitimos que havia mais mistério e magia naquele tempo.Será interessante confrontar o presente com o passado?...nahhh!É necessário nos reinventar enquanto estivermos no mercado de trabalho para compreendermos a geração que floresce. E o tempo se encarrega de refinar nossos sentidos preenchendo intervalos em um mundo cada vez mais ofegante.Nenhuma impressão deve ser a última!

Ver um capoeirista nascendo é uma lufada de esperança, afinal aprende-se capoeira jogando game sem arrastar a bunda de casa!Meu sentimento logo passa e sobrevêm a certeza de que a capoeira sempre encontrará um coração a que está destinada. Em meio a facilidades do mundo moderno contarmos com capoeiristas mais sensíveis e menos passivos, tanto melhor.Mantenha-se curioso e disposto a ver qualé!