Enquanto os platôs timidamente determinam a queda dos casos e mortes pela COVID-19 seguimos sentindo nossas lembranças daquilo que poderia ser mas não foi e vice/versa.Nossas ações nos condenam, embora seres pensantes, seguimos aprendendo pela dor da experiência e da existência.Em compensação a notável capacidade de se reinventar tirou de nosso âmago as ferramentas que temos disponível ou tivemos que inventar, sem dó.Quanto desespero em meio às turbulências econômicas, sociais, políticas e nossa pretensa saúde.
A velocidade que nos acometia no mundo contemporâneo agora torna-se nosso algoz para que instantaneamente demos conta sem preparo nas telas de celulares e computadores das coisas da vida- se vira, camarada!Pera aí!Coisas?Coisificamos nossas relações humanas sob o mando de um mundo mercadológico e nossa mesquinhez.Falando poeticamente, nosso girassol ficou sem sol.
Mas que paradoxo, antigamente sabíamos o que fazer e agora, em que temos as tecnologias como determinantes do nossas vidas, como nos humanizar se até o humor está na tela à minha frente.O ambiente on-line nos aproximou da família mas também nos deu a clara evidência de nossa falta de solidariedade e alargamento da desigualdade social, ainda que pelas telas.O ricos sofrem do tédio e o pobres tem fome e desemprego.Portanto, enquanto passageiros desse planeta, nossa humana compreensão e o tamanho de nossa insignificância estão atreladas ao vírus e o verme por um longo período!
Fé e força
Esperança sempre !!
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