Rebusco o baú da minha infância, ato que tornou-se necessário para a dita passagem do meu tempo. Pestanejei e procurei interpretar o mundo a minha volta e,quando faço isso as imagens na memória dizem porque sou assim. Trago na lembrança imagens da infância que não foram quebradas percebendo que minha trajetória humana não está sendo coisificada e sem sentido. Explico, pratico capoeira com poesia para que a vida seja mais leve.No entanto,estamos em tempos de rápida substituição das imagens da infância. As perplexidades redefinem a nossa vida, e por hora nos revelamos inseguros sem um porto seguro. Em estado de vigília vou me conduzindo com mais jogo de cintura, talvez pegando o caminho da volta: o da humanização, do bem querer, das pessoas, da natureza; caminhos tão difíceis nos dias atuais!Há muita apreensão, mas também muito afeto; em nossos tempos a imagem humana pode ser recuperada, dependerá do aprendizado que tivemos lá atrás. Desse modo, agrupo reflexões reinventando a toda hora convívios para que a vida continue eternizando..
Obrigado pelas palavras e gestos de carinho!

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