para um bom leitor

...escrever é sempre um ato de existência.Quando se escreve conta-se o que é...A história é mais real do que qualquer explicação.A realidade do que sou está mais no que escrevo do que nas racionalizações que possa fazer. (Ruth Rocha)

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Passando etapas...reconstruindo castelos!

Na lida diária um fazer criativo se faz necessário em meio a tentativas e erros para que possamos nos reinventar, recuperar o prumo diante dos embates e nos reconstruirmos das crises, tormentos e rasteiras doloridas, sem baixar a guarda e sem "arregar"..."a gente balança mas não cai". 




A  sobrevivência consiste na maneira de se reinventar de cada um, pois é do  nosso conhecimento inconcluso em confluência com as vozes do coração surge autênticas ferramentas de apoio. Damos pausas, refletimos e arregaçamos as mangas.




Nós só precisamos seguir em frente (ENGENHEIROS , né!!!).É verdade também, por hora, nos rebelamos.Tal rebeldia surge em combate a mesmice, a estagnação, ao conservadorismo e a falta de perspectiva.É rebeldia quando sempre recebemos um NÃO, quando se quer andar para frente.Mas praguejamos e derrubamos as paredes!Nos injuriamos.




Contudo,há um otimismo latente por tudo que já fizemos até aqui.Tudo valeu e valerá sempre a pena. As vozes intermitentes( por hora segue cantar em outro lugar)  em qualquer fase  de nossas vidas nos alerta,  provocam a busca e a manutenção constante de nossa autoestima.Na sabedoria da capoeira damos "volta ao mundo,camará!" aos problemas e coisas mundanas.




É tempo de renovação, vozes construtivas e motivadoras reverberam para os corações e mentes mais atentos. O aprendizado é contínuo, somos a cada encontro a mais nova versão de nossas histórias-revista e um pouco ampliada,rs!








BOAS FESTAS !!!


terça-feira, 11 de outubro de 2016

INTERPARES com maiúsculas !

O que é uma escola senão quem a faz?!Sem fim nem limite é um FAZER pelas causas grandes, também pelo amor pequenino, pela criança...amorzim. Por tantos anos participando das aprendizagens e crescimento dos pequenos é possível fechar os olhos e estar ali parado (em movimento) ouvindo o refrão de memórias afetivas-sorte minha de fazer o que me dá prazer e liberdade.


Há um "quê" em nosso fazer educativo que nos mantém inquietos no desejo que a criança em nossas mãos cresça feliz, saudável, preparada para um mundo complicado que se descortina.Ah!essas mudanças!.Há nestes anos todos várias lembranças de coisas a fazer de mãos dadas.O barato de toda aquele suador foi e continua sendo o aperfeiçoamento de si.A Escola INTERPARES é um combustível,me faz sentir e pensar que cada passo da caminhada é mais importante do que a chegada.


De compromisso em compromisso passou-se o tempo e as crianças continuam descobrindo o encanto do berimbau. De fato aprendendo mais com elas (psssiu!!! elas sondam nossos corações e mentes.), descobrindo cantos, preferindo ambientes, abrindo portas e janelas, se  espojando na terra sob o olhar atento de galinhas, coelhos e um pavão!O mérito é todo da escola, mas pego carona na satisfação. É nas mãos da Dayse (Diretora) que a satisfação se recarrega e reinventa lançando luz e incentivo nas possibilidades educativas, pois a educação infantil é terreno fértil e ótimo para ser repensado invariavelmente.


Mas o que é participar da equipe  INTERPARES ao longo destes anos?Não é reviver passado.Na minha prática é dialogar com presente, que a capoeira mostre o que permaneceu apesar de tantas mudanças. E que também mostre a beleza passageira de coisas que, sintomaticamente, ficaram pelo caminho.É notar que a minha percepção mudou com o passar dos anos por conta da experiência vivida: antes era virtualmente infinita, hoje frágil e ameaçada...como tudo no planeta.Diminuiu o mistério, aumentou a responsabilidade!No entanto, a prática educativa nos mantém vivos, cada um com seu jeito, efusivos ou discretos, todos com o que temos de melhor, nossa humanidade, força e amorosidade.
Um VIVA para a INTERPARES!!!


quinta-feira, 15 de setembro de 2016

RETROCESSO

Enquanto propagamos boas experiências educativas, sociais e culturais no sentido de haver melhoria e formação na sua condição de vida, por outro lado (obscuro e negativo) a capoeira acarreta o revés da malandragem, pancadaria e do fio da navalha.
Estamos diante de uma capoeira que compõe o currículo escolar, faz a inclusão das mais diversas deficiências e realiza práticas significativas em vários setores da sociedade fazendo o mundo gingar expandindo nossa língua e cultura brasileira. 

No entanto, ainda somos assolados pela violência de alguns praticantes que a denigrem, deturpam seu aspecto de luta e se utilizam da malandragem desta arte/luta (que outrora se fez necessária para sua sobrevivência) para agressão aos seus praticantes. São várias as notícias de violência na capoeira, a última foi a discussão entre dois camaradas da mesma escola de capoeira resultando numa navalhada na virilha desferida pelo agressor!

É isso, se quisermos ter uma perspectiva positiva de futuro na capoeira precisamos refletir sobre tais atitudes  que comprometem negativamente  o trabalho e a vida de grandes mestres e capoeiristas em suas atividades, pois a postura e o discurso é genérico por parte daqueles que não estão envolvidos, nem percebendo as mudanças e transformações na sociedade bem como na capoeira. 

Já disse por aqui que às vezes a capoeira deixa "...o jogo pequeno e o jogo deixa a música pequena e as pessoas que cercam a roda deixam a vida real pequena". É preciso distinguir violência de eficiência, é preciso do outro para se fazer capoeira; a luta individual ou coletiva no mundo contemporâneo é outra, as demandas são várias, passam distante da agressão física.

O preconceito ,a discriminação, melhores condições de trabalho, o reconhecimento do profissional de capoeira são demandas e lutas diárias. Não podemos retroceder deixando cair por terra as coisas almejadas e conquistadas na capoeira, temos muito por fazer. Na travessia da capoeira podemos dar exemplo de educação, pois estamos nos processos educativos e formativos. Banir a violência na capoeira é urgente!
                                                                        
                                                                         ;-)

Chirrinha-Rato-Mestre Sergipe-Águia de fogo

*O Contra-mestre CHIRRINHA passou pela UTI e está fora de perigo!
Desejamos sua recuperação e volta a capoeira.

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Tudo na vida é passar!

Mas...agachado ao pé do berimbau em silêncio pode ser bom quanto qualquer coisa, pois o mundo pulsa aqui dentro da roda também ao som ritmado de cantigas que nos dizem com sabedoria quantas "volta ao mundo" devemos dar em respeito a vida .Em traços de melancolia confesso ter sentimentos contraditórios. Às vezes, a " volta ao mundo" parece deixar o jogo pequeno e o jogo deixa a música pequena e as pessoas que cercam a roda deixam a vida real pequena. Noutras acho mágico e indescritível!Estranho,mero devaneio...não sei!Acho legal tudo isso.

                                                                          = )

O dia de formatura se resume na lembrança de fazer as coisas de mãos dadas com o esquecimento de que não era possível fazê-las. Daqui pra frente pode ser...possível.Afinal a gente sente a presença de algo que não está ali (pessoas e acontecimentos).
De compromisso em compromisso passou-se o tempo, no dia-a-dia de minha arte/ofício as dores física e da alma foram circunstâncias para seguir em frente. Foi necessário perder para ganhar!Explico que já sofri tanto quanto qualquer ser humano, que me divirto jogando capoeira e que a maneira de se reinventar é o que me faz viver intensamente uma roda de capoeira.No fim, todos entendem.

                                                                           =)

Este sentir-se vivo é a capacidade de captar os fenômenos em toda a sua grandeza e  sutileza;é captar o que é perdido em resumos e atalhos na correria da vida; também captar o que o fotógrafo não deu jeito!Escrever é uma maneira de sentir-se vivo!!!
Há um prazer adicional que o tempo de estrada traz: ver a nova geração de capoeiristas antenada fazer a transição de jogador/brincadeira para profissional, estudando, produzindo, divulgando, vídeo, foto ligado ao mundo do espetáculo e da informação.Sigo de carona na satisfação em poder estar vivenciando tudo isso.

                                                   ;-)

Para terminar a reflexão, compreendo que ao longo da prática as frases vão ficando longas com pontuação vacilante. No mesmo sentido o silêncio se ouvido parece resumir melhor o que não sabemos e nem mesmo sabemos ignorar. A vida é assim, uma dia após o outro com uma noite no meio!
Outro tempo começou pra mim...



terça-feira, 19 de julho de 2016

Um estalo,um clic !!!

Um clic!!!A tão esperada satisfação de sentir "as coisas" convergindo diante de uma crise que assola a tudo e a todos.Estamos sujeitos sob tudo seguir dependendo de outra coisa, outra pessoa. Alguém tem que dar o pontapé inicial mesmo que o pontapé seja em vão. Ainda que planejemos nossas ações, melhor é quando a realidade mostra caminhos melhores.




Fechar os olhos para ver mais longe (como assim?!)...convergir várias facetas desta vida capoeirística é a maneira de driblar incertezas e turbulências: subir descendo, entrar saindo, cair pegando sob o comando do gingado do bom capoeira.




Captar o que emito?Não me sinto no direito de mostrar o melhor caminho.Se quiseres ouvir apenas uma cantiga, me sinto honrado de fazer parte de memórias afetivas. Se quiserem fazer um mergulho, espero oferecer água corrente.




Na vida é assim, sempre que o bicho pega quem tem menos perde mais. Até que um clic nos faça cair na real e unir forças.A verdade é que os capoeiras são artistas longevos, estão sempre se reinventando, ampliando laços.Eles (os capoeiras) permitem que nos movimentemos dentro deles fechando capítulos e feridas, abrindo portas e janelas.Enquanto vivos captam os fenômenos em toda a sua grandeza.Depois que desaparecem algo sempre se perde em resumos. Este "algo" é o principal.




Estou de carona na satisfação, é bom ver a rapaziada fazer a transição de uma capoeira despropositada a profissional desta arte/ofício, investindo,trabalhando,divulgando,estudando e outras coisas ligadas ao mundo da capoeira.Olhando para trás e para frente, tudo mudou.De permanente está a música, a estrada, alguns sonhos, muitas rodas....o capoeira no meio do caminho em busca de clics.

                                                                              ; )



terça-feira, 7 de junho de 2016

NÉ !!!

Podemos sofrer muito com a própria trajetória, renegando fases, selecionando público e/ou invariavelmente caminhar tentando domesticar a realidade (inutilmente). A realidade é imprevisível e surpreendente.



Nem tão ruim como uns veem, nem tão bom como outros garantem: aqui, na capoeira, o buraco é mais embaixo e profundo;na prática é mais complexa do que os dois lados imaginam-sem se tornar paralisante.

MESTRE GIGANTE-in memoriam
O modo de se reinventar permite seguir tantas outras direções sem andar em círculos. A criança que me tornei hoje é acompanhada de seu brinquedo predileto- cabaça, arame e um pedaço de pau- preenchendo vazios e escutando silêncios. A criança que sou se diverte com pouco: 2 acordes, roda e pausa para o café.


Engraçado. 
Lembranças singelas fazem parte da trajetória: a primeira cantiga de capoeira, os primeiros passos...Nostalgia?!Talvez...Em tempos velozes, anulação do sujeito, fragmentação das relações   andar devagarzinho tá valendo.E que as crianças recebam melhor mundo que pudermos deixar.



A impressão que se tem é que um mundo acabou e outro começou do zero...percebe?!Mas o caminhante sempre no meio do caminho. O que pode ser relevante nesta reflexão é que o passado dialogue com o presente e que a capoeira mostre a beleza dos saberes, gestos e cantigas que, sintomaticamente, ficaram pelo caminho.




Espero nunca vir a ser insensível para ficar comparando o universo de capoeiristas que já joguei. A história fala por si mesma.O que não abro mão é de seguir uma linha evolutiva de trabalho: nunca busquei alguém parecido com quem desistia da caminhada.
Um dica de quem está mais da metade de sua existência nesta caminhada: pensar+ sentir= viver belos momentos!

                                                                                   =)

terça-feira, 19 de abril de 2016

Sem pressa e para sempre

O "pé do berimbau" é meu lugar preferido. Nesse rito de passagem predomina o silencioso encontro com o outro jogador e consigo mesmo onde  um clique no play de memórias aponta para os primeiros traços de pés e mãos na busca incessante do primeiro jogo. É um trecho que se faz sozinho, cada um a sua maneira.Depois, o que o momento determinar.


Quem agachar emaranhado na teia da experiência buscando parceiros de jornada poderá olhar melancolicamente para trás ou com esperança para frente, fechar os olhos e simplesmente estar (parado em movimento).Sob pena de tudo seguir, a reflexão que sucede propícia visões mais claras mesmo dependendo de outro sinal ou pessoa.


Não posso reclamar, tem funcionado em mais da metade da minha existência (sorte de fazer o que me dá prazer).No "pé do berimbau" encontramos uma maneira de entender e aceitar com sabedoria caminhos melhores do que o planejado.Essa maneira de pensar exige uma atenção, fechar os olhos para ver mais longe.


Driblar incertezas e turbulências é própria da arte capoeirística, pois concentrado na expectativa do jogo pode ser tão bom quanto qualquer coisa.Se o desafio tá lá fora, o mundo também pulsa aqui dentro dessa roda.Mas hey! é uma mistura saudável...sempre haverá uma brecha no jogo!!!


No "pé do berimbau" sou discípulo que aprendo antes do sangue ferver e o cansaço bater.O barato de tudo isso é o aperfeiçoamento de si onde cada passo da caminhada é mais importante do que a chegada.


Às vezes pisca a luz do alerta: joelho>ombro...não, a dor não pode chegar no berimbau,de jeito nenhum!
Sou grato pelas horas que, desde piá, passei nas rodas de capoeira. E por não ter sabido, na ocasião, que fazia meus melhores jogos.

terça-feira, 1 de março de 2016

BEBÊS NA CAPOEIRA

Independente da orientação teórica o planejamento para uma prática pedagógica  no Berçário deve assumir decisões que terão consequências afetivas na relação com os pequenos.Certamente que há outros fatores que participam da mediação pedagógica.





Nesta experiência educativa apresentamos a cultura da capoeira reconhecendo que a escolha dos objetivos, decisão sobre o início do processo, organização dos conteúdos e recursos, escolha dos procedimentos das atividades e avaliação são imprescindíveis numa prática de capoeira de 0 à 5 anos.




Em se tratando dos bebês, estaremos apresentando o mundo através da capoeira tendo como fundamento essencial a dimensão afetiva. O potencial pedagógico da capoeira deve ter relevância para esta faixa etária participando do desenvolvimento e ampliando o repertório fortalecendo o vínculo afetivo com os objetivos propostos do educador de capoeira.





A capoeira, em seus pressupostos educativos é uma atividade libertadora e afetiva. Os gestos , o choro, o sorriso, o ritmo dos bebês são aspectos que nos dizem muito na atividade da capoeira.E,a conscientização do educador de que a manifestação do afeto não está apenas em beijar, abraçar mas também se interessar e se envolver com a criança promove um ambiente (a roda) acolhedor e envolvente.É só o começo !!!



quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Dou com as mãos, descanso os pés...

Não importa a forma, encarar os desafios propostos a cada momento é abrir possibilidades desta arte que não tem fim. Desenvolver as mais diversas inteligências ( emocional, musical etc), adquirir aprendizagens significativas para a vida  tornou a arte da ginga uma ferramenta educacional possível por grande parte de educadores formados pela capoeira.



A maneira de jogarmos capoeira é o que o momento determinar: ora é luta, dança,esporte interpretação, roda de conversa, musicalidade; é disputa, jogo,interação  e por aí segue! A Ciência está abarcando os saberes do berimbau e da capoeira como um todo. Pensando assim, uma boa formação capoeirística aliada ao conhecimento científico contribui na ampliação destes  saberes. É interessante para o capoeirista que está na prática saber por quê?, para quê?, como? ele faz aquilo que tanto gosta.É bem sabido que só o talento não basta.




"descansar os pés" é um dos cantos corridos de uma roda de capoeira e é uma boa metáfora do saber dos velhos mestres para usarmos em nossas mudanças no jogo e na vida. Perde-se hoje, ganha-se amanhã;entra saindo e sai entrando.É também a intelectualidade fazendo uma compensação para o corpo físico, pois refletir e pensar "sobre" modifica o momento e o tempo dos jogadores. Mas é preciso se dispor a isso, pois a maioria dos contendores deixam de lado a filosofia de uma boa capoeira pela falta de atenção, paciência ou fase de afirmação onde o que lhe interessa é o movimento pelo movimento, nada mais!Agir desta maneira empobrece a capoeira.



"Os véio tão proseando sob a luz do lampião!"
Pense nisso.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

O tempo nos faz bem !!!

Optar pelas pessoas certas foi o legado deixado pelo ano que passou. Encontrar pessoas motivadas e capazes de compreender nossas ações é um exercício de constante perseverança, observação e busca.O fundamental quando se está a frente de uma coletividade e lida diretamente com pessoas -foi, é e será- monitorar a vaidade dos praticantes.Novos talentos vão surgindo, mas a grande armadilha é a lida com o sucesso.Requer liderança, observação...e ação.

Certamente a minha forma de ministrar uma aula de capoeira não é a melhor, muitas vezes racional em excesso (mas é a minha!). Penso que é importante que seus alunos não duvidem de suas intenções, pois a falta de confiança de ambos os lados  compromete qualquer tipo de relacionamento. Nada de "migué" nas ações!!!Seja claro e íntegro.

E o que me faz permanecer tanto tempo na capoeira?O tempo, além de ser nosso algoz, nos faz bem.Aprender com os erros, maior senso de responsabilidade, superar as "porraloquices" da juventude e fazer autocrítica vão nos lapidando e desacelerando. Uma coisa é preciso afirmar: inspirar pelo exemplo é meu jeito de ser.É a única ação que se sustenta pelo tempo,pois a busca de possibilidades de se reinventar e tentar novamente sempre existiu.

Nesta maneira de ser e enxergar o mundo pela e para a capoeira é possível imaginar que o treino é uma psicologia e a roda nosso divã. Observador que sou busco inquietação que há nos alunos, evitando torná-los sujeitos passivos, repetidores e mecânicos.

No processo de ensino da capoeira a complacência APEQUENA.Como professor minha obrigação é instigar, desafiar, exigir, provocar;causar uma zona de desconforto para que o aluno esteja sempre PREPARADO: exigir nada menos que o melhor. A dedicação em cada detalhe do jogo, às "mumunhas" , "minúcias" e "manhas" estão inseridas no contexto da capoeira onde o tempo se encarrega de aperfeiçoar.

Em 2016 o Trabalho deve seguir em frente! a estratégia maior é combater a ACOMODAÇÃO.
Tá, mas qual é o pulo do gato??Qual é a manha?!
-Trabalhar e testar diariamente o comprometimento dos alunos.
Vamos ver isso na prática???Bora...